Abaixo a “ignorantocracia” de Serra!!! Viva a Petrobras!! Viva o Brasil e a juventude brasileira!! Todos ao 21º Congresso da UMES!
Ana Letícia Oliveira
1. CONJUNTURA NACIONAL
O PRÉ-SAL É NOSSO! LEILÃO É PRIVATIZAÇÃO!
FHC/SERRA, AS PRIVATIZAÇÕES E A PETROBRAX
O PRÉ-SAL PROVOCARÁ UMA REVOLUÇÂO NO FUTURO DO NOSSO PAÍS
O BRASIL RECUPERA A SUA IDENTIDADE E AVANÇA
2. EDUCAÇÃO
“IGNORANTOCRACIA” É A POLÍTICA DE SERRA PARA EDUCAÇÃO
ESCOLAS DESAPARELHADAS E OBSOLETAS, SEBDO TRANSFORMADAS EM NOVAS FEBEMsComparando a estrutura de escolas particulares de altas mensalidades ou os IF´s (Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia) com as escolas públicas paulistas nos questionamos como é possível, em pleno século 21, haver escolas em tal situação. Escolas sem laboratórios de química, física, biologia, geografia e, quando existem, raridade, sem insumos e fechados; escolas de bibliotecas desorganizadas, descuidadas, meros depósitos de livros, quando existem; de laboratórios de informática raríssimos, apesar de intensamente vistos nas caras propagandas do Governo do Estado na mídia, que permanecem em constante desuso, quando existem, por não haver manutenção ou inexistência de orientadores capacitados. As escolas estaduais, com salas de aula entupidas de alunos, transformaram-se, nestas condições, em depósitos de crianças, adolescentes e jovens, lembrando as extintas Febem´s, com regras rigorosas e por vezes opressoras que privam os alunos de atividades culturais, recreativas e esportivas. A orientação que vem da Secretaria da Educação às diretorias de ensino e direções de escola é clara quanto a isso. Por sua vez, estas salas de aula, nestas condições, transformam-se em panelas de pressão gerando violência, intolerância, indisciplina, com professores doentes e alunos desesperançados e aprendendo muito pouco.
CARTILHA DA “IGNORANTOCRACIA” Adotada em 2008 pela Secretaria de Educação para “padronizar” o ensino, promovendo “igualdade de oportunidades” a toda a rede pública, a Cartilha de Serra é instrumento de ridicularização da atual realidade escolar, com apostilas vazias de conteúdos e conceitos, mero instrumento de ocupação dos alunos, retirando a autonomia do professor, rebaixando o ensino à incredubilidade extrema. Em 2008, como vemos na imagem, a apostila de Geografia contem um mapa com dois Paraguai, sem o Equador, com o Paraguai avançando sobre a Cordilheira dos Andes. Um absurdo caricatural da realidade. Não bastasse isso, após esse episódio, os alunos do ensino fundamental ciclo 1, recebem apostilas com palavrões, como verificamos na ilustração. Enquanto isso, outros estados como o Paraná, distribuem livros didáticos, bonitos, coloridos, ao romper com o cartel das editoras, passando a produzir seus próprios livros; a iniciativa se mostrou mais econômica, integrou professores na elaboração e o material passou a fazer parte da política educacional do Estado. Além disso, o PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação), do Ministério da Educação, disponibiliza desde 2009, livros didáticos a todos os 7,2 milhões de estudantes de ensino médio do país, dispensados pela Secretaria de Educação de São Paulo. Por que?
AROVAÇÃO AUTOMÁTICA OU IGNORÂNCIA CONTINUADA? Estudantes de São Paulo, crianças, adolescentes e jovens, ávidos pelo futuro e repletos de sonhos, na ótica tucana, desde Covas, transformaram-se em meros números em planilhas levadas ao Banco Mundial para atrair financiamentos deste em outras áreas como obras, por exemplo. Assim, a absorção dos conceitos e conteúdos, das práticas que levam à reflexão e ao conhecimento, foram substituídos pela adoção da obrigação de passar o aluno a qualquer custo. Com isso, qualquer forma de avaliação perdeu seu valor, pois o aluno não pode repetir o ano ou ampliar o custo em educação para sua recuperação. Nesta lógica, ampliam-se fantasticamente os índices de aprovação e, de outro lado, rebaixa-se caoticamente a qualidade de ensino, fazendo com que estudantes saiam do ensino médio sem condições de interpretação de um pequeno texto ou de exercícios básicos de matemática. A sustentação dessa amarga derrota da educação marcará a vida de milhões de estudantes e provocará marcas profundas no futuro de São Paulo, estado mais rico do país, e do Brasil.
RETIRADA DA OBRIGAÇÃO DO ESTADOO Enem (Exame Nacional dos Estudantes do Ensino Médio), apesar da existência em São Paulo do duvidoso Saresp, tem sido importante instrumento de medição da qualidade de ensino no país. Embora ainda limitado, auxilia na análise crítica do avanço ou retrocesso por unidade de ensino. Em São Paulo, as escolas com melhores resultados são as particulares – mensalidades altas, poucos alunos por sala, aparelhadas – as técnicas – ainda resistentes, apesar de poucas – e as federais – em expansão. Há uma distância muito grande entre estas e a melhor escola pública estadual, a EE Rui Bloem, detentora do primeiro lugar na infinitamente maior rede escolar de ensino médio de SP, a estadual e também a mais descuidada. No ENEM de 2008, o Colégio Vértice alcançou a nota de 75,97, o Instituto Federal obteve 73,38 e a Etesp teve 71,35. A nota da EE Rui Bloem, motivo de orgulho da comunidade escolar e destaque na mídia, foi de apenas 55,46. A média para os alunos nas escolas em geral é 6. Por esse critério, poderíamos afirmar que todas escolas estaduais foram reprovadas. Há algum mérito aí? Mas, infelizmente, o problema é mais grave. Como a EE Rui Bloem obteve este resultado? Como é a realidade escolar da “campeã” da rede? Há escolas na rede que mal chegaram à nota 4. Em recente comunicado aos pais, assinado pelo diretor financeiro e pelo diretor executivo da APM da EE Rui Bloem, os mesmos imploram aos pais para patrocinarem a APM e, por sua vez a escola, “em virtude da falta de recursos financeiros para manutenção do prédio e a compra de materiais de necessidade da Unidade Escolar. Para termos uma escola adequada para nossos filhos, além da contribuição trimestral do Governo do Estado é necessário a colaboração de todos, pois só assim teremos uma escola diferenciada. Hoje, a situação financeira de muitos pais é difícil, mas nem por isso podemos cruzar os braços e dizer que é obrigação do Governo dar ensino de qualidade. Sem a parceria Escola/Família teremos uma escola igual a muitas outras onde o trabalho não é levado a sério e a comunidade não participa.” Ou seja, a política de Serra, de Estado mínimo, transformou o Governo do Estado em mero colaborador, e os pais tem que intervir para garantir uma qualidade, ainda que limitada. Privatizaram a EE Rui Bloem? ESCOLAS TÉCNICAS SÃO LEGADO DE SÃO PAULO, HÁ DÉCADASHá muitos anos as escolas técnicas tem sido enredo de propagandas governamentais que buscam encobrir a realidade educacional do Estado de São Paulo. Primeiramente, é importante salientar que a imensa maioria dos estudantes de São Paulo não está nestas escolas, mas sim uma pequena minoria. Segundo a tabela abaixo, baseada no Censo Escolar 2009 do Inep, temos a proporção de alunos em escolas estaduais, vinculadas à Secretaria de Educação e as técnicas, do Centro Paula Souza:
Alunos em escolas estaduais: 4.737.854Alunos em escolas técnicas estaduais: 122.404 (2,58%)
Como vemos há 38,7 alunos da rede estadual para cada aluno das Etec´s. Os dados apresentados pelo Centro Paula Souza são de que há cerca de 180.000 alunos. Há 180.000 vagas, mas cerca de 60.000 são ocupadas pelo mesmo aluno, que faz ensino médio pela manhã e técnico à tarde ou à noite. Por outro lado, há um grande alarde quanto à qualidade destas escolas ser a marca das atuais gestões. É fato que as Ete´s são referência de qualidade, o que atesta o Enem de 2008. No entanto, há uma usurpação deste fenômeno pelos tucanos pois esta qualidade é histórica, na capital industrial do país que forjou estas escolas, apesar do sufocamento orçamentário que atravessam. Por exemplo, as ETE´s mais bem colocadas no Enem são a Etesp, fundada em 1988, a Ete Guaracy da Silveira, criada em 1950, a Ete Getúlio Vargas, inaugurada em 1911, a Ete Basilides de Godoy de 1950, a Ete Albert Einstein, fundada em 1963, e assim sucessivamente. Portanto, as Ete´s são um legado histórico de São Paulo, e não uma invenção tucana, como é propagado. No entanto, estas escolas têm sido vítimas de sucateamento orçamentário. Para manter as escolas e suas condições básicas, as APM´s são obrigadas a implorar aos pais ou responsáveis a contribuição de quantias significativas no início do ano, além de realizar rifas, bingos, festas, para tentar cumprir com o mínimo e manter a atual condição de ensino. Tal como ocorre na EE Rui Bloem, mas com necessidades mais elevadas devido ao custo alto de manutenção de equipamentos. Por outro lado, são questionáveis estas ampliações em curso pelo Governo do Estado. Apesar da UMES apoiar a ampliação da rede técnica estadual, esta está sendo feita com muita maquiagem e pouco planejamento. Por exemplo, a grande maioria dos cursos é de gestão, de técnicas jurídicas, técnicas empresariais, técnicas administrativas, cursos de necessidade questionável, mas efetivados devido ao baixo investimento. Raros são os cursos de automação industrial, mecatrônica, edificações, pois estes requerem alto índice de recursos e preparação do espaço físico, optando-se por cursos em grande parte ministrados por tele-aulas. Até mesmo a famosa Etec de Artes possui apenas os cursos de música e dança, e os demais são telecursos. Esta mal planejada ampliação ainda tem causado impacto nas Ete´s já existentes que estão cedendo seus professores para as “novas”, provocando milhares de aulas vagas. Por exemplo, o 2º ano da Ete Getúlio Vargas passou todo ano de 2009 sem a disciplina de Geografia, além de não ter podido usar laboratórios de química e física, fechados por falta de funcionários e de insumos básicos. Além disso, para incrementar seus cursos, mais uma vez os alunos e seus responsáveis precisam pagar por isso, como, por exemplo, o curso de turismo da Ete São Paulo de 2009 que, para realizar visitas técnicas ou o seu TCC, precisou desembolsar gordas quantias.
3. CULTURA
EM QUE IDIOMA NOSSOS FILHOS SONHARÃO?
Por Valério Bemfica*
Imagine-se, leitor, em um destes supermercados pertencentes a uma rede estrangeira. Em todas as gôndolas, prateleiras e balaios, há apenas cinco marcas de produtos, todas estrangeiras e oriundas de um único país, o mesmo da rede do supermercado. Mandioca made in USA, queijo minas made in USA, rapadura made in USA, entre outros. O leitor fica indignado e procura o gerente: “Não adianta botar outro produto, o pessoal não compra”. Insistindo na própria liberdade de escolha, o leitor responde: “É claro que não compra, não tem na prateleira”. Com fina ironia, o gerente da multinacional conclui: “É só procurar, nas prateleiras lá em cima e lá embaixo, nós temos 0,5% de produtos brasileiros!” Ao procurar um estabelecimento brasileiro, surpreso, o leitor percebe que somente as mesmas cinco marcas estão expostas. Fubá de Oklahoma e inhame do Kansas. Indaga a outro gerente que responde: “O pessoal não gosta do produto brasileiro, só das coisas gringas. Mas se o senhor fizer questão, temos uma prateleira, no segundo subsolo, com 6% de produtos nacionais. Fazemos até promoção”. Injuriado, o leitor corre para o velho e bom armazém de secos e molhados. E qual não será sua surpresa ao descobrir que eles se mudaram para os shoppings e que a maioria foi comprada por uma rede americana! Depois de pagar o estacionamento e de recusar inúmeras ofertas de pipoca em quilo e refrigerante em litro, o leitor vê prateleiras de feijoada enlatada diretamente do Kentucky. O gerente ainda explica: “Temos o maior respeito pelo produto nacional, mas ninguém quer. Fazemos promoção às segundas-feiras, tudo por R$ 1,00. Temos cerca de 9% de produtos brasileiros”. Cansado e furioso, o leitor sente que não adianta argumentar e vai para a feira livre. Para a sua tristeza, o que encontra nas barracas são apenas imitações – de origem e qualidade duvidosa – do que encontrou nos grandes atacadistas. Indaga a um feirante, que retruca: “O pessoal só quer saber de coisa gringa. É o que tem no supermercado.” Ao substituirmos, nesta pequena fábula, a comida pelos produtos audiovisuais, a rede estrangeira pela da TV a cabo, a rede nacional pela TV aberta, o armazém pelos cinemas e a feira livre pelos camelôs, temos um exemplo da dura realidade da nossa cultura. Totalmente dominada pela indústria estrangeira, a distribuição da arte no Brasil deixou de atender à lei máxima do mercado: a oferta e a procura. Ao dominar o ciclo produção – distribuição – exibição, não mais do que meia dúzia de empresas multinacionais decide o que fará ou não sucesso no Brasil. Os números citados não são aleatórios. O produto audiovisual brasileiro ocupa 0,5% do mercado de TV por assinatura, 6% do de TV aberta e 9% da programação dos cinemas. Na música cerca de 90% do que toca nas rádios – e do que é vendido nas lojas – provém dos estoques das multinacionais, sejam enlatados puros, sejam imitações de sua estética. Quanto a pertencerem a apenas cinco marcas, tampouco estamos brincando. No audiovisual, mandam: Warner, Buena Vista (Columbia), Fox, UIP e Sony. Na música: Universal, Warner, Sony/BMG e EMI. Se nosso leitor fictício fizesse uma busca na internet, procurando as composições societárias de tais companhias, descobriria que elas se cruzam em diversos pontos. Constataria também ligações entre elas e os supostos distribuidores – Cinemark, Sky, Net etc. Se fosse um pouco além, o leitor verificaria que a própria internet – suposta ilha de liberdade da pós-modernidade – também é dominada, tanto em seus provedores de acesso quanto nos de conteúdo, quase totalmente pelas mesmas empresas, em uma intrincada rede de fundos de investimentos, participações, acordos operacionais. Vinte anos de ditadura ensinaram-nos a repudiar a censura. Ficamos com medo da ingerência do Estado sobre a criação artística. Lutamos bravamente para que o direito à livre criação e expressão seja mantido. Mas parece que, no afã de defender a liberdade do artista, acabamos por consolidar a liberdade de ação dos oligopólios estrangeiros. Nos anos de neoliberalismo, vimos a Embrafilme fechar as portas, as teles serem privatizadas, as cotas de exibição reduzidas, o financiamento à cultura ser entregue ao mercado e o capital estrangeiro ser autorizado a comprar 30% dos nossos meios de comunicação. Nos próximos dias corremos o risco de o Congresso Nacional autorizar as empresas multinacionais a dominarem 100% de nosso mercado de TV por assinatura. Quanto ao sonho dos nossos filhos, se o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães – Ministro de Assuntos Estratégicos - está correto ao afirmar que são as manifestações culturais as responsáveis por criar e interpretar o imaginário nacional, o que nos possibilita uma consciência enquanto Nação sobre o nosso passado, presente e futuro, o que estamos fazendo ao entregar à indústria cultural estrangeira o nosso imaginário? Nada mais, nada menos do que entregando a ela a nossa história, o nosso dia-a-dia e o nosso porvir. Os menos jovens têm uma alternativa: apegarem-se aos valores, convicções e ideais desenvolvidos antes do domínio absoluto das multis sobre o nosso imaginário. Os mais jovens têm pouca escolha. O seu imaginário está sendo praticamente todo construído de fora. Para ser mais exato, têm 0,5%, 6% ou 9% de liberdade. O american way of life penetra diariamente em suas mentes, cativa seu olhar, vicia seus ouvidos. Espera-se com isso que o pano de fundo de seus sonhos possua 50 estrelas e listras vermelhas e brancas. Em poucas palavras, que sonhem em inglês. É possível reverter esse processo. Nossa cultura é produto da contribuição de povos do mundo inteiro. Mas a capacidade de absorção sem descaracterização tem limites. A cultura precisa de um tempo próprio – muito diferente do tempo da exploração da indústria cultural – para digerir e recriar. Precisamos de medidas claras e concretas que protejam nosso patrimônio e diversidade culturais, que nos permitam construir uma visão própria sobre nosso passado, viver plenamente nosso presente e construir soberanamente nosso futuro.
* Valério Bemfica é presidente do CPC-UMES - Centro Popular de Cultura da UMES
4. MOVIMENTO ESTUDANTIL
O papel do Grêmio é organizar os alunos, suas idéias e seus anseios. Para conseguirmos isso precisamos de muito apoio tanto por parte dos alunos, como apoio da direção com quem temos que andar lado a lado, e da UMES, que é a entidade que nos representa e traz a força que os estudantes tem se nos organizarmos para construirmos um grêmio cada vez mais ativo e forte. Enfim, para conseguirmos uma escola melhor, uma educação melhor, uma vida melhor, precisamos de Grêmio forte em cada escola e da UMES cada vez mais por esse trabalho fundamental que ela cumpre junto aos estudantes. Gabriela NoblatPresidente do Grêmio Força Jovem E.E. Maria José
Com o Apoio da UMES, em 2008 reerguemos o grêmio estudantil assim sendo possível que os alunos tivessem uma participação ativa na escola e na comunidade e entender como organizados conseguimos mudar para melhor o que é de nosso direito. Além disso, junto a UMES participamos do Cine Clube, das reuniões, das discussões políticas, dos congressos das entidades estudantis. Agradeço e parabenizo a UMES por esse compromisso com os estudantes em nome do Grêmio Estudantil Chico Mendes. Eloize LimaPresidente do Grêmio Chico Mendes E.E Prof. Alberto Conte
A UMES visa introduzir um debate politizado sobre os acontecimentos da sociedade que envolve direta e indiretamente a juventude. A entidade é referência para os grêmios de todas as regiões da cidade que somam forças para lutar por uma educação de qualidade, liberdade de expressão e independência de atuação. Tendo assim um papel fundamental quando se fala no direito a voz do estudante, o grêmio que se constrói em parceria com a entidade se fortalece a cada atividade cultural e política nela produzida. Nesse sentido que o Grêmio Allende participa ativamente das atividades e tem a UMES como maior aliada na construção de um futuro melhor. Regiane Franscisca da SilvaPresidente do Grêmio AllendeEMEFM Profº Derville Allegretti
Desde quando ingressei no ensino fundamental, ouço falar na UMES. Todos comentam, sobre a carteirinha, sobre quais descontos ela proporciona, ou a meia passagem que você consegue no ônibus. Mas a Umes é muito mais do que isso. Principalmente no ano de 2009 descobri o quão séria é a UMES. Quando precisei de ajuda para organizar o Grêmio Estudantil da escola onde estudo, lá estavam eles pra me proporcionar transparência, e ajuda em tudo que precisássemos. Hoje sou o atual presidente do Grêmio Livre Estudantil da Escola Anhanguera, situada no bairro da Lapa. Sem o apoio da União Municipal dos Estudantes Secundaristas seria muito difícil montar, organizar, e fazer acontecer o Grêmio Estudantil na escola. Creio que todas as escolas devem ter um Grêmio Estudantil, e pra isso é necessário se informar, e nenhum lugar melhor que a UMES. Um centro aonde o estudante vem em 1º lugar, onde é bem tratado, e sem discriminação alguma. O Grêmio Estudantil da Escola Anhanguera, deve muito à UMES, pois sem ela o Grêmio não existiria. Wesley Oliveira do Bom JesusGrêmio Livre Escola Anhanguera ‘Revolução’
O Grêmio Estudantil é o espaço e a força dos alunos na escola. Todos os estudantes gostam disso: ter um lugar unicamente seu. Mas muitas vezes, quando conquistamos algo que seja realmente nosso, ficamos perdidos. Queremos que tudo dê milimetricamente certo. No caso do nosso grêmio Arcádia, foi assim. Mas todas as nossas conquistas com certeza foram concretamente realizadas através do apoio da umes. Seus membros nos incentivaram, organizaram e ajudaram no que puderam, até mesmo quando achávamos impossível fazermos nosso grêmio ser ativo, ou quando encontrávamos dificuldades na própria escola. E sem isso, a Professor Ascendino Reis, ainda estivesse hoje sem ter um grêmio, e os alunos, sem ter o seu espaço dentro da instituição. Aproveito, então, este espaço para agradecer a Gabi, Diretora da umes, que sempre se mostrou prestativa desde o início e tão membro do nosso grêmio, como nossos colegas de escola. Carimie Romano Grêmio da E.E. Professor Ascendino Reis
O que falar da UMES? Há pouco tempo atrás pensava que ela apenas fornecia uma carteirinha que dava descontos em alguns eventos. Felizmente descobri que a UMES não é apenas isso, vai muito além. Estranhei bastante no dia que fui chamado no meio da aula de matemática para falar com um dos diretores da UMES que estava ali na ETEC de Itaquera para convidar os alunos para participar do “Bloco dos Cara Pintadas”, não esperava que a uma entidade tão grande fosse mostrar interesse pela ETEC.A partir daí o grêmio “Upgrade – Não se Limite!” começou a ter uma relação mais próxima com a UMES, passando a participar de nossas reuniões, esclarecendo várias dúvidas quanto aos direitos dos alunos e nos ajudando nas questões um tanto quanto “políticas” da escola.Um dia desses tive a sorte de ser convidado a participar de um Cine Clube, onde pude perceber um dos maiores diferenciais da UMES: ela é composta por pessoas de mente aberta, em sua maioria jovens, que entendem o cotidiano dos alunos e que defendem os direitos estudantis de uma forma única e eficiente. Elias Fernandes dos Santos JuniorPresidente do Grêmio Estudantil “Upgrade – Não se Limite!” da ETEC Itaquera
5. CARTEIRA DE ESTUDANTE: NOSSA MAIOR CONQUISTA!
APROVAR NOVA LEI QUE VALORIZE A CARTEIRA E REPRESENRE O MOVIMENTO ESTUDANTIL!
PELA REVOGAÇÃO DA MP 2208
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